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  • Foto do escritorAline Silva | PhishX

A importância da gestão de resposta a incidentes

Estar preparado para incidentes é uma parte crucial do processo de gestão de uma empresa, afinal é preciso conhecer os riscos e saber se defender deles.


As organizações que não reconhecem a importância de uma gestão de respostas a esses incidentes, acabam sofrendo sérios prejuízos. Isso porque, de acordo com o estudo “The Cost of Data Breach 2023”, da IBM, os prejuízos gerados por uma brecha na segurança ficou em cerca de R$ 6,2 milhões.


Por isso é essencial que as organizações façam uma boa gestão e saiba quais riscos são iminentes para o seu negócio.


Isso porque a equipe de Tecnologia da Informação está sob constante ameaça, existem muitos riscos as operações como:


  • Ataques cibernéticos;

  • Defeitos técnicos;

  • Desastres naturais.


Dessa forma, ter uma gestão de resposta a incidentes eficaz é crucial para garantir uma resposta rápida a esses acontecimentos e diminuir o tempo de inatividade das operações. 


Com isso as organizações se preparam da melhor forma para enfrentar esses cenários adversos e conseguem colocar em prática estratégias eficazes. Agir rápido nesses momentos diminui os prejuízos financeiros e os danos à reputação.


O que é gestão de respostas a incidentes?


Respostas a incidentes são processos e tecnologias que uma instituição utiliza para detectar e responder ameaças cibernéticas, violações de segurança ou ataques cibernéticos.


O seu principal objetivo é evitar ataques cibernéticos antes que eles aconteçam, antecipando as ações, minimizando os custos e a interrupção dos negócios.


O ideal é que a organização defina os processos e a tecnologia de resposta a incidentes em um Plano de Respostas a Incidentes que chamamos de IRP, este documento deve conter os diferentes tipos de ataques.


Além disso, é preciso que se crie um relatório identificando quais ataques foram contidos e resolvidos, isso permite que a equipe de T.I tenha um controle sobre toda a situação da organização.


Podemos definir como incidentes de segurança qualquer violação física ou digital, que de alguma forma ameace a confidencialidade, integridade, disponibilidade dos sistemas ou dados de uma organização., são eles:


  • Phishing;

  • Ataques DDoS;

  • Ataques à cadeia de suprimentos;

  • Ameaças internas.

É preciso entender que esses incidentes podem acontecer de diversas formas, na maioria dos casos os ataques são direcionados por hackers, mas existem casos de violações não intencionais da política de segurança pelas pessoas que trabalham na organização.


Muitas vezes as pessoas não se dão conta de que estão violando alguma política ou abrindo brechas na segurança.


Por isso, que além de um bom Plano de Respostas é preciso educar os colaboradores para que eles entendam os riscos e saibam como se defender, as pessoas precisam ser o elo mais forte na gestão desses incidentes.


Afinal, são elas que estão dia a dia envolvidas com os sistemas e todos os processos da organização, por isso que a cibersegurança precisa se fazer presente nessas ações.


Ciclo de vida dessa gestão


Agora que você já entendeu o que é uma resposta de incidentes e como ela funciona, vamos de apresentar o ciclo de vida dessa gestão que são divididas em sete partes.


Esse ciclo é a estrutura que a organização deve seguir para identificar e reagir a uma interrupção do serviço ou ameaças à segurança. É importante que cada empresa elabore um escopo específico adaptado para sua realidade, demandas e necessidades.


O ciclo de vida ajuda a direcionar essas ações e tornar todo o processo mais eficaz, facilitando as atividades da equipe de Tecnologia da Informação.


Preparação


A primeira fase precisa ser a preparação, ela vai garantir que a organização conte com as melhores ferramentas e saiba conter os incidentes e se recuperar caso ocorra qualquer ataque.


Esse primeiro passo é feito por meio de uma avaliação de riscos, dessa forma as organizações identificam as vulnerabilidades, definem os tipos de incidentes e priorizam as ações conforme o impacto de cada ameaça.


É por meio dessa avaliação que a equipe de Tecnologia da Informação consegue atualizar os planos de resposta a incidentes atuais ou elaborar novos planos.


Identificação


Feito o plano base para a gestão de incidentes, chegou a hora de detectar e analisar as ameaças, nesta fase a equipe de T.I monitora a rede a procura de atividades suspeitas e ameaças em potencial.


Para isso, eles analisam as notificações e alerta que são coletadas dos softwares, antivírus e firewalls instalados na rede.


Nesse processo é possível filtrar falsos alerta realizando uma triagem que seja capaz de identificar as ameaças, classificando-as da mais grave ao de menor risco para a instituição.


É nessa fase que o plano de comunicação é incorporado, sendo assim quando os sistemas identificarem uma ameaça ou violação, às equipes responsáveis pela segurança da informação serão notificadas.


Contenção


Como o próprio nome diz, essa é a fase de contenção dos danos, é nesse momento que a equipe de respostas a incidentes age para impedir que os ataques causem um dano à rede, esse é um momento crucial que deve ser feito de maneira rápida.


Dividimos a fase de contenção em duas categorias:


A Primeira chamamos de medidas de curto prazo, o seu objetivo é impedir que a ameaça atual se espalhe, dessa forma, os sistemas afetados são isolados, para que os programas maliciosos não se espalhem.


A segunda fase são as medidas de longo prazo, sua função é proteger os sistemas que não foram afetados, dessa forma, são aplicados controles de segurança mais restritos.


Investigação


Esse processo é muito importante na gestão, pois é o momento de identificar o que de fato aconteceu ao sistema, verificar as brechas, as vulnerabilidades criadas e saber a dimensão do ataque.


A investigação também é importante para evitar que incidentes similares voltem a acontecer no futuro, esse processo prepara a equipe de T.I para mitigar os riscos e saber exatamente quais procedimentos devem ser feitos, caso os ataques aconteçam novamente.


Erradicação


Com a ameaça contida e investigada, chegou o momento de correção, onde a ameaça será removida do sistema.


Para isso é importante destruir os programas maliciosos, eliminar os usuários não autorizados e tudo aquilo que for nocivo à rede, também é importante revisar os sistemas afetados e não afetados, para saber se existe algum vestígio do ataque.


Recuperação


Após todo o processo de erradicação onde todos os riscos foram eliminados, é hora de restaurar os sistemas por meio dos backups e devolver dispositivos e aplicações para uso dos colaboradores.


Análises pós-incidente


Feitos todos os procedimentos para a recuperação e com a normalidade restaurada, chegou a hora de analisar o incidente, esse é o processo de avaliação das implicações, dos procedimentos e políticas.


Portanto, será feita a coleta de métricas, cumprimento dos requisitos de relatório e a conformidade de tudo aquilo que foi aprendido, sejam sobre as brechas, os usuários e os ataques em si.


A importância dessas ações


Como vimos, a gestão de respostas a incidentes possui diversas fases cruciais para erradicar as ameaças. Sem essas medidas as empresas ficam vulneráveis aos ataques e podem demorar um tempo para se recuperar das invasões, o que gera prejuízos financeiros e danos a sua reputação.


Esses passos garantem uma melhor resposta aos riscos e uma maior efetividade ao mitigar as ameaças. Por mais que esse seja um procedimento complexo, ele é necessário para o sucesso e a continuidade das organizações no mercado.


É preciso entender que somente com uma abordagem eficaz sua instituição será capaz de lidar com todos os riscos e ameaças presentes no mundo digital.


Uma boa gestão de respostas a incidentes, precisa contar com equipes treinadas e especializadas, estratégias e ferramentas para avaliação de vulnerabilidade, prevenção, detecção de ameaças e treinamento em cibersegurança. 


Como a PhishX pode te ajudar?


Muitas das ameaças e ataques são direcionadas para as pessoas que trabalham nas organizações, por isso que uma boa gestão de incidentes a respostas precisa contar com um programa de conscientização.


Para que os riscos sejam mitigados é preciso que todas as equipes na instituição saibam reconhecer os ataques e se proteger deles.


A PhishX é um ecossistema especializado em conscientização, por meio da nossa plataforma é possível disparar simulações de phishing, emitir campanhas de conscientização, além de obter um relatório sobre essas ações.


Este documento mostra o nível de maturidade da sua equipe, isso prepara os profissionais de T.I para identificarem as vulnerabilidades existentes na organização, parte principal da primeira fase do plano de gestão.


Pois por meio desse relatório, será identificado os riscos e quais ações devem ser tomadas para mitigá-los.


A PhishX também auxilia em todo processo de conscientização, por meio de treinamentos, cartilhas e materiais educativos sobre os ataques.


Essas ações educam os colaboradores e fazem com que todos se atentem às ameaças, cuidando da proteção de dados da empresa.




Um homem de costas e em sua frente alguns computadores.
A gestão de incidentes é um passo muito importante para as organizações.


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